Headset e Mouse Pad SteelSeries Diablo III


Headset SteelSeries Diablo III

Em alguns dias, o mundo será tomado pelo mais novo título da Blizzard. Trata-se da terceira versão do game Diablo, que já conquistou fãs em todo o mundo com as duas primeiras edições. Como não poderia ser diferente, a franquia movimenta não apenas os games, mas também a indústria de acessórios, que age rápido para acompanhar o ritmo exigido pelos fãs.
O Headset SteelSeries Diablo III é uma das maiores provas disso. Já à venda no Brasil, o equipamento foi criado para os gamers mais exigentes, que querem não apenas o melhor em seus ouvidos, mas também um headset elegante e condizente com um dos maiores jogos do ano. E será que vale a pena o investimento de R$ 499? É o que vamos descobrir.

Aprovado

Design

É impossível dizer que o Headset SteelSeries Diablo III não é bonito. Respeitando a temática de Diablo III, ele apresenta alguns desenhos interessantes em sua lateral – unindo a modernidade dos headsets mais avançados aos traços medievais do game da Blizzard. O desenho da tiara também é bem bonito e completamente condizente com o tema proposto.

(Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)

Contando ainda com um sistema de luzes integrado, ele consegue ganhar alguns pontos a mais no quesito design. Criadas com LEDs internos à estrutura do headset, essas luzes podem ainda ser configuradas para piscar em diferentes frequências e até mesmo desligadas, caso seja do interesse de quem o está utilizando.

Software de equalização

Assim que o headset é conectado ao computador, a qualidade sonora dele pode não agradar muito aos usuários. Mas basta acessar esta página para realizar o download do software de configuração e equalização do SteelSeries Diablo III. Isso garante resultados muito melhores e mais personalizados.
Com uma interface simples e intuitiva, o programa permite que sejam realizadas equalizações em cinco níveis de frequência diferentes – oferecendo ainda a possibilidade de salvar vários perfis de utilização – deixando o som mais grave para jogos e agudo para músicas, por exemplo. Pelo mesmo aplicativo, é possível ainda configurar a frequência com que as luzes laterais do fone piscam e também a intensidade delas.

Qualidade do som

Depois de realizadas as devidas alterações no sistema de equalização do som, fica impossível não se impressionar com a profundidade que os graves podem oferecer. Agudos e médios também oferecem boa qualidade e raramente aparecem “estourados” nos ouvidos.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)

A harmonia dos vários tons ainda contribui para a criação de uma ambientação excelente para qualquer aplicação. Em jogos e filmes, é possível perceber ainda mais a qualidade do áudio, pois nesses casos a edição sonora acionada na produção entra em cena para criar sistemas mais envolventes e profundos.

Microfone

A captação do microfone integrado ao headset é muito boa. Com a sensibilidade configurável, ele pode capturar a voz sem que seja necessário gritar ou falar alto. Isso vale para casos em que ele está sendo utilizado em jogos e também para momentos em que está ativado em mensageiros instantâneos, como o Skype ou GTalk.

Reprovado

Ergonomia

Durante nossos testes, a utilização contínua do SteelSeries Diablo III causou alguns incômodos nas orelhas, principalmente pelo fato de o fone ser um pouco pesado. Para pessoas com cabeças um pouco maiores, o headset pode não se encaixar perfeitamente, o que força o usuário a utilizá-lo de uma maneira pouco confortável.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)

Mas é preciso dizer que este ponto é um pouco controverso, pois depende muito de quem está analisando o headset. Algumas das pessoas que o utilizaram na redação do Tecmundo afirmaram que ele se encaixou muito bem às orelhas e à cabeça.

Cabo pequeno

Não há dúvidas de que o maior problema apresentado pelo Headset SteelSeries Diablo III é o tamanho do cabo. Com apenas um metro de comprimento, fica praticamente impossível utilizá-lo em qualquer computador que não esteja próximo. Isso pode ser muito prejudicial à experiência dos jogos, principalmente para quem possui monitores maiores.
Por essa razão, utilizar o fone pode ser uma experiência desconfortável, principalmente quando os computadores ficam sob as mesas. O cabo possui um único ponto positivo: ele é criado com um material resistente, que impede a quebra dos fios. Mas isso não é suficiente para fazer com que não percebamos as limitações dele.

Somente para computadores

Esqueça a ideia de utilizar o Headset SteelSeries Diablo III em seus video games ou outros eletrônicos, pois ele foi feito para computadores. Como a ligação dele é feita por um conector USB, iPods e smartphones não podem ser conectados. Ao mesmo tempo, os consoles não possuem o driver necessário para que ele seja identificado.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)

E mesmo que haja uma atualização do sistema dos consoles para isso, voltamos à questão do cabo. Seria necessário ficar muito próximo ao aparelho – e, consequentemente, à televisão – para conseguir utilizá-lo, o que pode causar muitas dores de cabeça na maior parte das pessoas.

Vale a pena?

Não é possível dizer que a qualidade sonora do aparelho não impressiona. Ao mesmo tempo, precisamos pensar que os 499 reais cobrados pelo Headset SteelSeries Diablo III podem ser um pouco salgados. Ao comprar este fone, você deve saber que está pagando também pelo design e pela marca “Diablo”, não apenas pelo headset.
Se você é realmente fanático pela série, o fone acaba sendo uma homenagem interessante. Ao mesmo tempo, quem procura um headset de qualidade e pensa em optar pelo SteelSeries Diablo III apenas por causa dos desenhos pode encontrar outras opções mais baratas, como o kit PS3 Wireless Stereo Headset da Sony.

Mouse Pad QcK Diablo III Demon Hunter

A SteelSeries também aproveitou a ocasião para trazer alguns mouse pads licenciados pela Blizzard. São vários modelos, representando algumas das principais classes de personagens presentes no game. Cada um deles está sendo vendido pelo preço de R$ 59. Confira agora o que pensamos sobre ele.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)

Aprovado

Design

O modelo que o Tecmundo recebeu foi o “Demon Hunter”, que conta com belíssimos desenhos em sua face principal e é realmente uma excelente homenagem ao game. Criado com um material pouco reflexivo, o mouse pad contribui para uma excelente resposta dos comandos realizados pelo mouse – tanto com mouses comuns quanto com modelos mais avançados.
Quanto ao tamanho do produto, não há reclamações. Ele é grande o bastante para que o mouse possa percorrer toda a tela sem qualquer problema, ao mesmo tempo em que não ultrapassa os limites do que seria exagerado. Isso garante um melhor aproveitamento do espaço das mesas, sem o risco de que o mouse pad atrapalhe.

Textura

Como já dissemos, a face pouco reflexiva é ideal para garantir uma excelente resposta dos mouses. Ao mesmo tempo que oferece isso, o mousepad também garante um ótimo deslizamento para os mouses, não causando travamentos ou incômodos para os usuários. Isso vale para os games e também para aplicativos comuns.
 
Outro mousepad da mesma série (Fonte da imagem: Divulgação/SteelSeries)
Na parte inferior do mouse pad, uma superfície emborrachada garante que o produto não deslize sobre as mesas. Isso é ideal para garantir uma boa experiência de utilização, principalmente em momentos que as partidas exigem mais velocidade dos jogadores.

Reprovado

Acabamento

O grande problema do mouse pad é o acabamento. Não existindo uma suavização das arestas, é muito comum que os gamers acabem “se enroscando” no produto, o que pode causar alguns incômodos e atrasos nas partidas. Com o tempo, isso também pode ocasionar alguns danos ao próprio mousepad.

Vale a pena?

O mouse pad da SteelSeries é uma verdadeira obra do design. Todos os modelos oferecem desenhos incríveis e uma textura que garante ótimos resultados para os jogadores. Mesmo os que não são gamers podem encontrar no produto um excelente mousepad. Quanto ao preço, não há muitas reclamações. O Mouse Pad QcK Diablo III Demon Hunter realmente vale os R$ 59 pedidos pela fabricante.

O sucessor dos processadores Ivy Bridge da Intel em 2013


Recém-lançados, os processadores Ivy Bridge têm previsão de vida curta. A Intel vem trabalhando nos sucessores da atual linha, os quais pertencem a uma série evoluída, mas que ainda herda muitas características dos modelos mais recentes. Estamos falando da geração Haswell que será fabricada com tecnologia de 22 nm e garantirá inúmeras vantagens.
Hoje, vamos comentar sobre as principais novidades desta série de chips. Abordaremos as alterações do chip gráfico, a mudança de soquete, a introdução de modelos mais robustos para ultrabooks e outras informações pertinentes para você averiguar se vale a pena investir na atual linha de CPUs ou se a espera pode ser a melhor opção.

Características herdadas do Ivy Bridge

Antes de chegarmos à parte das melhorias, vale um apanhado geral para conferir o que deve permanecer intacto na nova série de processadores. Como já citado, os chips Haswell continuarão utilizando a tecnologia de 22 nm, isso porque a Intel vai aproveitar a experiência do Ivy Bridge para reduzir o TDP e adicionar novos componentes dentro das unidades.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

Uma das principais novidades do Ivy Bridge foi a adição de transistores tri-gate. Essa característica não apenas deve permanecer idêntica no Haswell, mas também nos modelos futuros. O suporte nativo para memórias DDR3 em canal duplo permanece e, como indicado em uma imagem oficial, os chips trabalharão com memórias de 1,5 V em frequências de até 1.600 MHz. Por ora, não há detalhes sobre compatibilidade com o padrão DDR4.
Além disso, a Intel não deve alterar sua conduta quanto à presença de múltiplos núcleos. Dessa forma, chips da linha Haswell devem contar com no máximo quatro núcleos. Outros boatos cogitam que os novos processadores tragam 1 MB de memória cache L2 para cada núcleo e até 32 MB compartilhados no nível L3.

Um passo em direção ao futuro

A primeira grande mudança da linha Haswell deve ocorrer na arquitetura, ou seja, os novos chips devem ter os componentes internos reorganizados para atender a um novo tipo de funcionamento. A fabricante não revelou informações concretas quanto a essa mudança, porém, segundo uma imagem “vazada” divulgada pelo site Nordic Hardware, os novos chips terão maior desempenho, mas não há detalhes sobre o ganho em performance.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Nordic Hardware)
A Intel deve investir em recursos para facilitar a técnica de overclock, mas não há clareza nas informações para dizer se os processadores serão desbloqueados ou se o recurso será aplicado de forma automática. Algo que podemos concluir é que o regulador de tensão integrado (FIVR) oferecerá uma configuração simplificada para realizar o procedimento.
Para dar suporte aos novos aplicativos que estão por vir, a Intel adicionará novos conjuntos de instruções. Uma versão evoluída do AVX deve garantir precisão em programas com grande número de pontos flutuantes, e a melhoria no desempenho com o AES-NI visa aumentar a segurança geral do computador.
(Fonte da imagem: Divulgação/Intel)

Essa mudança de geração do Haswell não apenas deve trazer novidades no processamento, mas também possibilitará uma atualização na GPU integrada. Segundo informação do Fudzilla, ainda que a pare gráfica não seja o forte da fabricante, a atualização dos chips para o DirectX 11.1 e OpenCL 1.2 mostra o comprometimento da companhia com os softwares e jogos mais recentes.
Os novos processadores suportarão até três monitores, sejam eles VGA, DVI, DisplayPort ou compatíveis com o padrão HDMI 1.4. Segundo a informação da imagem oficial, o ganho em aplicações tridimensionais será elevado, sendo que as GPUs devem executar até mesmo games com 3D estereoscópio.

O novo chipset

Como noticiado pelo site Nordic Hardware, a Intel vai lançar uma nova linha de chipsets, a Lynx Point. Esses componentes virão instalados nas placas-mãe compatíveis com o soquete LGA1150. A Intel espera lançar tais produtos com o TDP 25% mais baixo do que os atuais itens.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Nordic Hardware)
Uma das grandes novidades é que os dispositivos da série Lynx Point devem oferecer seis portas SATA 3 e seis conexões USB 3.0. Para lançar tais componentes, a Intel deve mudar o processo de fabricação, utilizando tecnologia de 45 nm. Com essa alteração, os novos chipsets devem consumir 50% menos energia, como informou o site Fudzilla.

Ultrabooks ganham atenção especial

Normalmente, notebooks recebem CPUs simplificadas. A linha Haswell, por outro lado, deve introduzir chips mais avançados para os portáteis. Não que a fabricante pretenda disponibilizar modelos com frequências mais elevadas, mas a diferença aqui está na adição do chipset dentro do processador.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/HP)
A ideia é oferecer componentes para atender ao mercado emergente de ultrabooks. Essas máquinas necessitam de itens mais econômicos, eficientes e com TDPs mais baixos. Assim, caso o chipset esteja presente no processador, as montadoras podem oferecer computadores mais finos e que utilizam quantidade reduzida de energia.

Vale a pena esperar?

Faz muito pouco tempo que a Intel lançou a linha de CPUs Ivy Bridge. Portanto, nem adianta esperar que a próxima geração de chips apareça tão cedo. De qualquer forma, para sanar esta dúvida se vale a pena esperar, você deve levar em consideração a máquina que você utiliza no momento.
Caso ela esteja defasada em cinco anos ou mais, vale trocar por um Ivy Bridge. Do contrário, aguardar o Haswell pode ser uma boa ideia, afinal, as novas CPUs serão de uma nova geração e podem apresentar melhorias interessantes. Você está ansioso pelos testes dos novos chips da Intel?